7 coisas que os gatos odeiam

Egocêntricos, desinteressados, desentendidos, presume-se muitas coisas ruins sobre os gatos. No entanto, muitas das atitudes devem-se ao que fazemos ou expomos-lhes a coisas e situações que são muito desagradáveis para eles. Então, para evitar mal entendidos, apontamos 7 coisas que os gatos odeiam:

1. A água

Bom, não precisa que ser tão literal. Os gatos, na realidade, não odeiam a água, se fosse assim não beberiam água. O que os gatos odeiam é ficar molhados. Esse comportamento usual tem várias explicações:

– A primeira tem raiz na origem dos gatos. Eles provêm de áreas desérticas, onde tinham um contato muito limitado e esporádico com o líquido, de modo que, originalmente, não tinham muita experiência com a água.

Isso pode parecer fazer sentido e é demostrado pela afinidade dos felinos que vivem em áreas onde a água é abundante, por exemplo, os tigres, que passam grande parte do dia afundados em pântanos e uma de suas atividades favorita é nadar.

Algumas raças de gatos que são muito menos relutantes ao contato com a água, por exemplo, é o gato pescador, que pode chegar também a mergulhar em busca de uma presa, embora normalmente utilizem as patas.

Além disso, muitos donos têm acostumado seus gatos à água. Então, a aversão que um gato sente dependerá de como ele foi exposto ao líquido.

– Outra explicação propõe que é uma reação instintiva para prevenir doenças. O sistema respiratório dos gatos é extremamente delicado e estar molhado pode representar um sério risco para a saúde, em especial quando ficam em estado salvagem.

2. Que não prestem atenção nele

Características dos gatos

 

Os gatos são muito independentes, mas quando reivindicam nossa atenção, a querem de maneira imediata.

Em geral, nosso gato nos fará saber quando estiver fome, quando quiser ser cariciado ou quando desejar que façamos alguma coisa por ele (abrir uma porta, descer alguma coisa que não pode alcançar…).

De modo que se não for agradado rápido, começará a miar de forma constante, ficará te rodeando e, em alguns casos, pode chegar até morder.

3. Certos cheiros

Como os cães, os gatos têm um sentido do olfato muito desenvolvido, no entanto, não tão sofisticado como o dos cães. Assim, alguns aromas que nos parecem agradáveis, simplesmente são repulsivos para eles.

Isso acaba sendo muito benéfico para nós em momentos de treinamento, porque é uma boa maneira de dissuadir-lhes, em especial quando não queremos que brinquem com as plantas ou deitem nas nossas camas.

Alguns desses cheiros são: os cítricos, o alho, o cheiro das folhas de chá ou café, o absinto, a citronela e o tabaco.

4. A fumaça

Isto não é exclusivo dos gatos, pois a maioria dos animais fugirão instintivamente da fumaça. Com a evolução, desenvolveram um sistema de alarme que faz com que eles se afastem para evitar morrer por inalação ou queimados.

A fumaça significa a presença de fogo e isso poder ser muito perigoso, sendo assim a natureza desenvolveu uma especialização para que eles fujam dela.

5.  Tocar-lhes em excesso

Os gatos não gostam que seus donos os estejam acariciando o tempo todo. É verdade que existem raças como os gatos siameses, que são muito unidos aos donos, mas, em geral, os bichanos não gostam do contato constante.

Em parte, porque eles usam o contato físico como uma forma de domínio, assim que só te deixará tocar-lhe quando ele queira e durante o tempo que ele queira.

6. Os cães

Os gatos odeiam os cães?

 

Não é verdade que os bichanos odeiem os cães. Como ambos são predadores, tendem a competir por comida e território. Sem contar que, em um ambiente selvagem, os gatos fariam parte da dieta dos cães.

No entanto, um gato devidamente socializado não terá o menor inconveniente ao estar cercado de cães.

7. Ruídos estridentes

Sons como o do shofar, a música muito alta, a gritaria ou sons estridentes, podem chegar a causar patologias como estresse, nervosismo e ansiedade nos gatos.

Isso acontece devido aos gatos terem um sentido auditivo muito poderoso e ficam alerta a tudo o que acontece ao redor deles.

Devido a serem muito territoriais, compreendem um som forte, em especial se ele surgir de maneira repentina, como uma ameaça desconhecida dentro de seu território.

O melhor para isso é expor os felinos, desde idades precoces, a ambientes com ruído, apesar de não ser fácil, pouco a pouco eles irão se acostumar com que o ruído seja parte de seu coditiano.