Vídeo emocionante prova que os animais também têm família

· agosto 21, 2018

Podemos pensar que os vínculos afetivos que unem mãe e filho só existem entre seres humanos, mas este vídeo mostra de maneira brutal que estamos enganados.

As imagens mostram a dor de uma fêmea de leão-marinho que acaba de sofrer um aborto espontâneo, sendo que seu bebê já estava quase todo formado. O bebê provavelmente morreu pouco depois do parto ou ainda na barriga da mãe, pois ainda se pode ver a placenta e o cordão umbilical.

Inclusive, um dos momentos mais tristes é quando a vemos tentar “recolocar” o bebê de volta no seu corpo, numa demonstração indiscutível de zelo e amor maternal.

Choro com a morte de seu filho recém nascido

Infelizmente, sabemos de muitas mães e pais humanos que sofreram muito e choram por toda a vida pela perda de um filho.

Fêmea de leão marinho sofrendo pela perda de seu filhote

Esta fêmea de leão-marinho, que nos acostumamos a considerar irracional, também chora, e muito. Após o nascimento, em que a vemos gritar de dor e tentar recolocar o filho em seu ventre, ela permanece ao lado do bebê, chorando, no dia seguinte.

Não se moveu, nem para buscar alimento para si mesma. Tamanha dor não encontra explicação na nossa maneira tradicional de pensar.

O caso aconteceu na praia La Jolla, na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

O incidente fez com que vários grupos ativistas de direitos animais se revoltassem, acreditando que o aborto pode ter sido indiretamente causado pela presença de seres humanos na praia.

Na praia de La Jolla vivem colônias de mamíferos marinhos. Também é um ponto turístico disputado, recebendo várias pessoas que vêm observar os animais.

Será que a visitação turística deve ser proibida?

Fêmea de leão-marinho chorando

Defensores dos animais acreditam que a presença de humanos tão próxima é motivo de estresse para os animais. Inclusive, há relatos de alguns que são assediados e até maltratados por turistas.

Por isso, defensores dos mamíferos marinhos afirmam que a visitação da praia deveria ser proibida, e o local deveria ser protegido e seguro para esses grandes animais. 

Segundo a Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda), “embora a razão do nascimento prematuro seguido de morte do filhote seja desconhecida, os ativistas afirmam que, quando um mamífero marinho se sente ameaçado devido à proximidade excessiva de um humano, ele recua para a água assustado e isso pode ter um sério efeito sobre a sua saúde”.

Não sabemos ao certo o que provocou a morte do bebê, mas o que fica claro pelas imagens é que os animais criam laços profundos de amor com seus filhotes e, provavelmente, também com outros membros de sua família.

Prestemos mais atenção a isso!

Com informações da ANDA