5 dicas para saber se é necessário desparasitar um cão

novembro 15, 2019
Esclareça suas dúvidas sobre como e quando desparasitar um cachorro a seguir.

A desparasitação é um aspecto muito importante quando se trata de cuidar dos nossos bichinhos. Desparasitar um cão evita sérios problemas de saúde para ele e para os animais e humanos ao seu redor.

São muitos os parasitas que podem infectar os cães, e geralmente eles são transmitidos por vetores como pulgas, carrapatos e mosquitos. Por esse motivo, devemos usar repelentes ​​contra esses insetos.

Hoje em dia, podemos encontrar uma grande variedade de produtos para desparasitar um cachorro e, a priori, isso pode nos saturar. O que precisamos esclarecer é o que podemos usar, durante quanto tempo e quando podemos fazer a aplicação.

A seguir, apresentamos algumas dicas para saber quando desparasitar um cão:

1. Mantenha um controle mensal

Como donos, devemos ter um controle ao longo do tempo. Anotaremos a data em que aplicamos o produto e a data em que sua eficácia termina. Para os parasitas externos, podemos aplicar uma pipeta sobre a pele do cão todos os meses. As coleiras, dependendo da marca, podem durar vários meses.

2. Pipetas ou coleiras para desparasitar um cão?

As pipetas são antiparasitários de consistência oleosa que são aplicados diretamente na pele do animal. Eles precisam de algumas horas até a pele absorver todo o produto e a duração do seu efeito costuma ser de um mês.

Dicas para desparasitar seu cão

Os colares antiparasitários contêm produtos químicos que são liberados lentamente durante um período de tempo, desde alguns meses até quase um ano. É importante deixar um espaço de cerca de dois dedos entre a coleira e o pescoço do animal para que seja eficaz.

Pipetas e coleiras têm diferentes níveis de ação. Algumas marcas protegem contra pulgas, carrapatos e mosquitos da leishmaniose, mas outras não têm proteção para esses últimos.

Deve-se levar em consideração que a proteção para cada parasita pode ter uma duração diferente no mesmo produto.

3. Desparasitação interna

Coleiras e pipetas servem para evitar picadas de parasitas externos, como pulgas, carrapatos e mosquitos, mas existem outros parasitas, como os vermes ou Echinococcus, que podem infectar os cães.

Em diversos países, a desparasitação interna é obrigatória para poder viajar com o seu animal de estimação.

O mais aconselhável é fazê-lo a cada três meses por meio de uma pastilha que podemos adquirir nos centros veterinários.

Seu efeito geralmente não é prolongado como o de um antiparasitário externo, já que age uma vez quando administrado para limpar o sistema digestivo do cão. Desparasitar um cão internamente garante que o animal fique livre desses parasitas.

4. Desparasitar um cão filhote

Ao completarem seis semanas de vida, a imunidade materna adquirida pelos filhotes através da amamentação termina. É neste momento que podemos começar a desparasitar e a vacinar.

As primeiras desparasitações são muito importantes, pois não é incomum que os filhotes tenham vermes. Dessa forma, descartamos que possa ter doenças mais graves, como a parvovirose, que também causa diarreia.

Tratamento para desparasitar um cão

Além disso, antes de vacinar, o veterinário deve garantir que o cão esteja saudável e desparasitado interna e externamente para evitar que a vacina afete negativamente o sistema imunológico do animal.

5. Vacinas para evitar parasitas

Além de todos os produtos mencionados, existem vacinas para prevenir doenças, como a vacina contra a tosse dos canis e a vacina contra a leishmaniose. São aplicadas anualmente e impedem o desenvolvimento da doença por um ano.

A vacina contra a leishmaniose sempre é recomendada, especialmente em regiões úmidas próximas a mares ou rios, onde há muitos mosquitos.

A vacina para a tosse dos canis é recomendada no inverno, quando os cães ficam mais doentes. É como uma gripe, por isso é recomendada quando o animal vai passar algum tempo em um abrigo canino, onde haverá muitos cães.

Além dessas vacinas, existe um antiparasitário injetável que protege o cão contra o famoso mosquito da praia, que transmite o parasita causador da filariose.